Uma adolescente em apuros – Parte um de vários.
Dia 01/12/16
Faltando exatamente 30 dias para acabar o ano. Um ano na qual foi difícil demais passar, altos e baixos, mas aos poucos vou contando pra você a minha vida turbulenta que foi. Hoje no dia primeiro do ano me encontro cheia de espinhas uma roupa velha toda de preto e uma pantufa branca, com os cabelos desgrenhados e pensando no banheiro que vai ter que lavar daqui a alguns minutos.
Aos 17 anos já tem que decidir como vai ser sua vida, sua vida de adulta, faculdade, dinheiro próprio, independência, filhos, marido, amigos, uma família, uma linhagem ou seja basicamente toda sua vida você vai ter que decidir agora através de escolhas. Escolha essas que você terá que tomar na hora e outras que terá tempo de pensar, a questão é, como escolher o lado certo.
Ao invés deu ficar reclamado e contando do meu desespero ao chegar a idade adulta, vamos voltar aos primórdios. No ano de 1999 nasceu eu, uma criança careca, cabeçuda e bem doente, vou dizer a vocês que meus pais não eram bem de vida mas me davam o que podiam mesmo passando por necessidade. Como eu gostava de ir para cama comer rapadura com a minha vó e ver novela mexicana que passava no SBT, a novela que eu mais gostava era Maria do bairro (a propósito aprendi várias coisas com aquela novela, uma delas é não colocar o nome do meu filho de Nando, vai que eu do ele para alguma senhora no meu estado de loucura). Mas como estava dizendo, foi uma infância gostosa de se viver...
Alguns meses atrás no mesmo ano nasceu a minha melhor amiga Carla Maria. Carla Maria é uma moça alta e loira, muito bonita por sinal. Crescemos juntas, éramos confidentes como ainda somos, só não compartilhamos o mesmo namorado ( que estranho séria, não é mesmo?). Os anos passou e chegou a fase do pré (uma escolinha para crianças) e lá fui eu junto com Carla Maria, lá conhecemos várias crianças e uma delas a Bianca (ainda mantemos contato), o Caio (que hoje é meu boy) e vários outros que ainda será apresentado a vocês.
Era um lugar legal de se ir, a professora que me dava aula era bem rígida, mas eu como sempre era bem espertinho e danada, o ruim mesmo foi que tive que estar no pré por dois anos, o que me acabou deixando atrasada nos estudos. Mas como estava dizendo eu e Carla Maria fazíamos tudo junto, morávamos até na mesma casa, mas isso foi por um tempo, e também da mesma perua. A perua do tio chiquinho, que foi ali mesmo que ensinei Cláudia Maria a beijar, ainda bem que éramos criança...
Antes de sair do pré tive que me mudar, fui para uma casa onde tinha galinhas do lado da minha casa, fui muito feliz lá. Conhecia toda a vizinhança, e alguns coleguinhas meus na época era da família da mesma pessoa que alugava a casa onde eu morava. Todo feriado esses meus colegas ia pra lá, era uma bagunça que só, a vó deles a dona beth acho que não gostava muito da minha presença, mas isso não me importava eu sabia que ela era chifruda, poderia ter tudo várias informações comigo. O loro dela o sr. Loro era o que eu mais gostava de ficar olhando, o ruim é que sempre ele me bicava, mas eu não me importava continuava olhando. Esses meus colegas e eu dava no total de cinco pessoas contando comigo, era o: tarso, Shirley, Gabriela e Ana Júlia, de todos só mantive contato com a Gabriela e minha mãe com a família da Ana Júlia. Quando éramos pequenos lembro do dia que o tarso tentou me beijar, ele era bem feio hoje ele tá LINDINHO. A Shirley era a pequena de nós mas também q mais enjoada mas com certeza a enjoada e entojada era a Ana Júlia, com aquela voz dela de taquararachara e por fim e mais importante de todas a Gabriela, sempre doce e meiga e... bem acho que deu a hora de ir lavar o banheiro, não saia porque já já tem mais dessa história louca e bizarra.
Dia 01/12/16
Faltando exatamente 30 dias para acabar o ano. Um ano na qual foi difícil demais passar, altos e baixos, mas aos poucos vou contando pra você a minha vida turbulenta que foi. Hoje no dia primeiro do ano me encontro cheia de espinhas uma roupa velha toda de preto e uma pantufa branca, com os cabelos desgrenhados e pensando no banheiro que vai ter que lavar daqui a alguns minutos.
Aos 17 anos já tem que decidir como vai ser sua vida, sua vida de adulta, faculdade, dinheiro próprio, independência, filhos, marido, amigos, uma família, uma linhagem ou seja basicamente toda sua vida você vai ter que decidir agora através de escolhas. Escolha essas que você terá que tomar na hora e outras que terá tempo de pensar, a questão é, como escolher o lado certo.
Ao invés deu ficar reclamado e contando do meu desespero ao chegar a idade adulta, vamos voltar aos primórdios. No ano de 1999 nasceu eu, uma criança careca, cabeçuda e bem doente, vou dizer a vocês que meus pais não eram bem de vida mas me davam o que podiam mesmo passando por necessidade. Como eu gostava de ir para cama comer rapadura com a minha vó e ver novela mexicana que passava no SBT, a novela que eu mais gostava era Maria do bairro (a propósito aprendi várias coisas com aquela novela, uma delas é não colocar o nome do meu filho de Nando, vai que eu do ele para alguma senhora no meu estado de loucura). Mas como estava dizendo, foi uma infância gostosa de se viver...
Alguns meses atrás no mesmo ano nasceu a minha melhor amiga Carla Maria. Carla Maria é uma moça alta e loira, muito bonita por sinal. Crescemos juntas, éramos confidentes como ainda somos, só não compartilhamos o mesmo namorado ( que estranho séria, não é mesmo?). Os anos passou e chegou a fase do pré (uma escolinha para crianças) e lá fui eu junto com Carla Maria, lá conhecemos várias crianças e uma delas a Bianca (ainda mantemos contato), o Caio (que hoje é meu boy) e vários outros que ainda será apresentado a vocês.
Era um lugar legal de se ir, a professora que me dava aula era bem rígida, mas eu como sempre era bem espertinho e danada, o ruim mesmo foi que tive que estar no pré por dois anos, o que me acabou deixando atrasada nos estudos. Mas como estava dizendo eu e Carla Maria fazíamos tudo junto, morávamos até na mesma casa, mas isso foi por um tempo, e também da mesma perua. A perua do tio chiquinho, que foi ali mesmo que ensinei Cláudia Maria a beijar, ainda bem que éramos criança...
Antes de sair do pré tive que me mudar, fui para uma casa onde tinha galinhas do lado da minha casa, fui muito feliz lá. Conhecia toda a vizinhança, e alguns coleguinhas meus na época era da família da mesma pessoa que alugava a casa onde eu morava. Todo feriado esses meus colegas ia pra lá, era uma bagunça que só, a vó deles a dona beth acho que não gostava muito da minha presença, mas isso não me importava eu sabia que ela era chifruda, poderia ter tudo várias informações comigo. O loro dela o sr. Loro era o que eu mais gostava de ficar olhando, o ruim é que sempre ele me bicava, mas eu não me importava continuava olhando. Esses meus colegas e eu dava no total de cinco pessoas contando comigo, era o: tarso, Shirley, Gabriela e Ana Júlia, de todos só mantive contato com a Gabriela e minha mãe com a família da Ana Júlia. Quando éramos pequenos lembro do dia que o tarso tentou me beijar, ele era bem feio hoje ele tá LINDINHO. A Shirley era a pequena de nós mas também q mais enjoada mas com certeza a enjoada e entojada era a Ana Júlia, com aquela voz dela de taquararachara e por fim e mais importante de todas a Gabriela, sempre doce e meiga e... bem acho que deu a hora de ir lavar o banheiro, não saia porque já já tem mais dessa história louca e bizarra.
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